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22 de out. de 2014

Economia em Tempos de Inflação (2)

O mais correto em contratos de médio e longo prazos é buscar juros pré-fixados, ou seja, ao fechar o contrato você conhece a taxa, ela não está ligada a nenhum outro fator e você já sabe quais os valores das prestações que pagará e se caberá em seu orçamento. Caso queira fazer uma aplicação financeira em algum banco e quando tiver mais dinheiro à  disposição para comprar, sugiro que faça investimentos em fundos de renda fixa (CDB, RDB, Planos de Capitalização) e, até mesmo, a poupança. Esses fundos não são caros, possuem até isenção de impostos, como a poupança e trazem um retorno satisfatório ao pequeno investidor.

Outro ponto que precisa ser avaliado é com relação ao cartão de crédito. Os juros para quem atrase ou refinancia dívidas são muito altos, chegando, em alguns casos, a 180 ou 190 % ao ano. Uma dívida em cartão de crédito torna-se uma “bola de neve” e impagável, então, muito cuidado, gaste apenas o necessário e evite noves refinanciamentos, para que não tenha dificuldades em sanar seus compromissos.


No mais, é ter cautela, analisar bem o que quer comprar e, principalmente, estar bem preparado para o pagamento, sabemos que a vida nos traz obrigações acima do que, muitas vezes temos, porém, transformar a alegria das compras em um transtorno sem fim  não vale a pena.

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