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8 de out. de 2014

Economia em Tempos de Inflação (1)

A economia brasileira vive de altos e baixos. Após anos de uma certa calmaria, o dragão da inflação voltou a dar sinais de vida e isso não é bom para ninguém. Mas o que fazer para que nosso dinheiro não perca mais valor, do que já perdeu? O mais importante é ter muita cautela na hora da compra e pesquisar bastante. As diferenças de preços em um mesmo item da cesta básica podem chegar a até 30%.


Outro fato importante que é preciso prestar atenção é com referência às prestações. Tome cuidado com prestações muito longas, além de pagar juros altos, existe muita chance de inadimplência, às vezes, é melhor aguardar mais e comprar à vista, quando você consegue bons descontos. Caso não seja possível, evite fazer contrato com juros pós-fixados, que são juros que variam conforme o mercado e podem aumentar demais os valores das prestações.

Os juros pós-fixados são aqueles cobrados ao final de cada período e você não sabe qual será a taxa quando adquire um produto. Por exemplo, ao financiar um carro, o vendedor fala: o juro do financiamento é de 1% ao mês mais a variação do dólar, ou o índice de inflação ou a variação da poupança, qualquer forma de cobrança desse tipo é chamado de pós-fixado e você nunca tem como saber quanto efetivamente pagará. Aí que mora o perigo, as prestações podem subir demais e tornar difícil seu pagamento.

Empresas de financiamento de veículos geralmente atuam dessa forma. Portanto, muito cuidado, preste atenção na forma do financiamento e tire todas suas dúvidas antes de assinar qualquer papel. A tendência para utilização dessa forma de financiamento e cobrança sempre acontece quando a inflação dá sinais de fortalecimento, porque traz muita incerteza ao mercado e ninguém quer perder dinheiro.

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